Um ensaio randomizado recente avaliou 12 mg diários de astaxantina em jovens atletas masculinos de taekwondo. Após 28 dias, o grupo suplementado apresentou uma trajetória de creatina quinase (CK) significativamente distinta da do placebo, além de níveis mais elevados de superóxido dismutase (SOD) e indícios exploratórios de menor malondialdeído (MDA) e de exaustão física e emocional. Contudo, os achados sobre burnout foram preliminares, sem interação grupo × tempo em nenhuma subescala. O estudo foi pequeno, focado em biomarcadores e não em desempenho. Confira o que os dados revelam, o que ainda resta incerto e quem pode se interessar.
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