Em um estudo duplo‑cego com 100 atletas que se preparavam para as Olimpíadas de Londres 2012, todos melhoraram o desempenho na bicicleta, mas o grupo que recebeu 300 mg de ubiquinol teve um ganho maior: +11 % versus +8,5 % no placebo. A diferença de cerca de 2,5 % foi estatisticamente significativa, embora o estudo apresente limitações (treinamento não controlado e vínculo com a indústria). Neste artigo explicamos a diferença entre ubiquinol e ubiquinona, interpretamos os números e analisamos se essa vantagem vale a pena para um ciclista de elite, mas não para um praticante recreativo de musculação. Também abordamos dosagem, horário com gordura, necessidade de orientação médica e custo‑benefício.
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